quarta-feira, 20 de junho de 2012

Festa Junina 2012


A Escola Edgar Nunes Batista vem homenagear neste ano o nosso querido e inesquecível Luiz Gonzaga, Rei do Baião. Com sua sanfona que encantava e alegrava o povo brasileiro. Saudades Eternas: Gonzagão!

Na tarde de ontem dia 19 a EENB saiu pelas ruas com toda a comunidade escolar: alunos, pais, professores e funcionários seguindo em direção ao Palhoção da Avenida Joaquim Didier: foi uma festança só!! 

Contamos com a participação dos Três Matutos: Coroné Isidóro, Biu Maletinha e Zé de Zuzu, como também, a Companhia de dança Reverso do Coreógrafo Jó Silva. Danças, Quadrilhas, Sorteio de balaio junino ... foi uma tarde muito feliz. Agradecemos a Deus por mais este momento!

Parabéns a todos que participaram e contribuíram para que nossa festa junina fosse um sucesso: Secretaria de Educação, Secretaria de Turismo, Prefeitura de Gravatá, Pais, professores e funcionários.































































Vamos ficar devendo as fotos das ganhadoras dos sorteios dos Balaios juninos: a aluna vendedora foi Letícia da 5ª série A do turno da manhã e dos funcionários foi a nossa merendeira Joelma do turno da tarde. Aguardem! tenham todos um Bom João e Deus esteja sempre com vocês!



segunda-feira, 18 de junho de 2012

Eternas Saudades



Maria Luíza Valença
Nossos Pais descobrem que um ser está para nascer e trazer as suas vidas um brilho de luz. A cada sorriso, palavra, olhar ou suspiro, uma cachoeira de lágrimas parece inundar seus olhos de alegria e paz. Nos tornamos adolescentes e a busca pela independência é cada vez mais clara. A nossa vontade de conquistar espaço nos distância de quem sempre 
nos amará, esquecemos a família.
Esquecemos de dizer o quanto os amamos.
Mas um dia nossos entes queridos se vão. 
Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, 
Deus tira de nós o que mais amamos.
Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada "meus pêsames" 
parece pesar.
Nossos pensamentos divulgam para cada gota de sangue em nosso corpo 
a culpa de nunca ter dito: "te amo"; "preciso de você", "estou sempre aqui", "
me preocupo", e como se não bastasse vem à frase mais forte "a culpa foi minha".
Nossos sonhos caem por terra, nossa independência parece perder 
a importância. E a resposta para essa dor? O tempo e uma certeza:
Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras 
não importam mais; quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, 
e as palavras não têm mais sentido; quando nos sentimos sós e abandonados,
surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós.
E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas 
em amar tanto e sentir tanto perder alguém.
Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos 
nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos 
entes queridos em eternos companheiros.
Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza:
Não importa onde estejam, estarão sempre conosco. 
Nossos sentimentos ao Senhor Prefeito Ozano Brito e sua Família!
Escola Edgar Nunes Batista

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Arraial da EENB

Os Três Matutos vão prestigiar a nossa festa no próximo dia 19:
São três personagens que retratam as coisas simples da vida com criatividade e irreverência. Hoje os Três Matutos integram o roteiro turístico de Gravatá.
"Os personagens foram criados no ano de 1990 pelo ator e humorista Luis Martins. Ele, junto a Edvaldo Silva e José Vladmir interpretam as figuras de “Coroné Izidóro”, “Biu Maletinha” e “Zé de Zuzu”. A criação busca retratar a vida sofrida, mas alegre do matuto. Segundo Martins, no começo era apenas para animar nas festas juninas, mas depois o trio se firmou como uma atração ambulante em Gravatá. “A ideia era colocar os Três Matutos na Praça para alegrar o povo, mas ficou tão bom que a gente saiu fazendo os personagens por todo lugar”, disse. Ele ainda explica que na época não havia a festa junina de rua, com bandas e grandes estruturas. “Cada um fazia seu forró em casa, na praça a gente ficava só pra entreter quem passava, mas não tinha nada de shows. Apenas alguns bairros montavam os palhoções, uns ficavam nas ruas ou nas casas”, completou. A figura do “Coroné Izidóro”, interpretado por Martins, retrata um homem autoritário, que ainda carrega o antigo revólver modelo combréa, anéis e cordões de ouro sob uma roupa colorida e nada modesta. Mesmo com o ar de autoritarismo, o personagem esbanja trapalhadas e um linguajar retorcido com palavras já extintas do dicionário como vassuncê. Ao lado do autoritário coroné anda o pequeno “Biu Maletinha”. Interpretado por Edvaldo Silva, ele mostra o matuto que sai de casa carregando tudo o que pode como a maleta de fivela e o rádio de válvulas. Para completar as trapalhadas do trio, José Vladmir interpreta o “Zé de Zuzu” que quer ser um homem chique, inteligente e culto, mas se perde nas palavras e vive dando ordens a “Biu Maletinha”. Uma das atrações do trio é a hora de atravessar a rua. Esse simples ato corriqueiro do dia a dia torna-se um show de irreverência na pele dos Três Matutos. Em meio aos carros, eles interpretam a dúvida e a desconfiança de passar entre os automóveis e pedestres. Segundo Martins, o engraçado é fazer com que as coisas comuns da cidade tornem-se novas e supresas para eles. “A gente faz espanto por tudo, seja em qualquer lugar, sem esquecer que o matuto anda arrumado e chique dentro dessas roupas coloridas”, completou."

Aniversariantes de Junho



         
18/06 - Emanuela
22/06 - Camyla
 28/06- Ageni
28/06-Lucicleide




Gif festa junina